quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
MISTÉRIO: A PROVA QUE A CONSCIÊNCIA MESSIÂNICA JÁ ESTÁ NO PLANETA
O mashiach está aqui. Tribo em Papua Nova Guiné cantando Shema Israel
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
EIKE BATISTA LANÇA "O X DA QUESTÃO". LIVRO DE ALTO AJUDA
sábado, 26 de novembro de 2011
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A locação de imóveis de alto padrão para executivos de outros estados ou países que chegam para trabalhar no Rio de Janeiro vem chamando a atenção daqueles que tem o melhor para ofertar no mercado imobiliário. A OR imóveis tem um farto portifólio de apartamentos para oferecer. Para mais informações: Ligue: (21) 2523 5020 / www.orbens.com.br |
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terça-feira, 18 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
A MAIOR RIQUEZA DO BRASIL NÃO É PETRÓLEO E SIM O NIÓBIO!
Nosso nióbio está sendo "oficialmente" contrabandeado, debaixo de nossos narizes. Diante disso pergunto: Por que será que nossas forças armadas são tão sucateadas? Por que será que o orçamento para a Defesa foi reduzido nos últimos anos? Por que nossos governantes deixam isso acontecer? Medo de uma guerra? Por que temos que ser um país pacifico com tantas riquezas naturais? Por que? Por que?
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
UMA MULHER CONTRA A MONSANTO
A jornalista francesa Marie-Monique Robin veio ao Brasil para
promover seu manifesto contra a Monsanto. Mas será que ela tem
mesmo razão?
LEONARDO ATTUCH
No mês de dezembro, um furacão francês passou pelo Brasil. A ativista Marie-Monique Robin, premiada em seu país por reportagens investigativas, veio divulgar o lançamento de seu polêmico livro, chamado O Mundo Segundo a Monsanto, que deu origem a um documentário com o mesmo nome. Nele, a jornalista M2R (é assim que ela abrevia sua identidade) denuncia uma espécie de conspiração mundial, promovida pela multinacional norte-americana, para dominar a cadeia global de alimentos através das sementes geneticamente modificadas. Os transgênicos, segundo ela, seriam um dos maiores crimes jamais cometidos contra a humanidade. "Os agricultores brasileiros devem rapidamente abrir seus olhos, porque esses produtos, mais cedo ou mais tarde, serão banidos", disse M2R à DINHEIRO. O maior alvo da escritora francesa é a soja Roundup Ready, desenvolvida pela Monsanto, que é resistente aos herbicidas à base de glifosato, como o Roundup. "Comer transgênicos é o mesmo que dar inseticidas às nossas crianças", diz ela.
O livro tem prefácio escrito pela exministra do Meio
Ambiente Marina Silva, que, no governo, perdeu a batalha que se travou
em torno do tema. A esse respeito, M2R se diz "desapontada" com
o presidente Lula por ter permitido a entrada da soja RR por meio do
contrabando. Ela se refere à chamada "soja Maradona", que cruzou a
fronteira da Argentina com o Rio Grande do Sul e depois se disseminou
pelo País. Antes de partir de volta para a França, ela ainda se
encontrou com o governador do Paraná, Roberto Requião, que proibiu o
cultivo de transgênicos no seu Estado. "No longo prazo, a história lhe
dará razão", diz ela.
Filha de agricultores, M2R diz ter escolhido o tema em razão de sua ligação com os verdadeiros "homens da terra". Mas há um ponto no seu próprio livro, em que ela narra o fascínio que os agricultores americanos tiveram ao travar o primeiro contato com sementes modificadas. Um desses produtores, John Hofman, de Iowa, lhe disse que a conquista da Monsanto foi avassaladora por uma razão simples: produtividade. Segundo Hofman, depois da primeira aplicação do Roundup, já era possível fazer o plantio direto da soja, o que evita a erosão do solo. "Isso me economiza tempo e dinheiro", disse ele.
Hoje, a maioria das sementes de soja cultivadas nos grandes países produtores, como Estados Unidos, Brasil e Argentina, é geneticamente modificada. Segundo a jornalista francesa, isso é fruto da desinformação. Mas e quanto ao fato de os agricultores decidirem voluntariamente plantar transgênicos? O que os pais de M2R fariam se fossem agricultores no Brasil ou nos EUA?
Para isso, a escritora não tem uma resposta totalmente
convincente. Ela diz apenas que, no futuro, eles serão recompensados
pelos preços melhores a serem pagos pelas sementes convencionais. O
problema é que, no mundo inteiro, inclusive na França, agricultores são
espremidos por margens baixas e têm como horizonte a próxima safra.
Portanto, ganhos de produtividade são sempre bem-vindos.
Alvo da fúria da jornalista francesa, a multinacional americana decidiu não nomear um porta-voz para responder aos ataques. Divulgou apenas uma nota oficial, criticando um documentário que "visa denegrir a imagem da Monsanto", com acusações que "há muito tempo já foram descartadas por renomados cientistas internacionais". Segundo a empresa, o livro e o documentário seriam apenas uma arma daqueles que visam combater a biotecnologia agrícola e o progresso científico.
Alheios à polêmica, o mais provável é que os agricultores continuem cultivando sementes geneticamente modificadas, devidamente liberadas pelas autoridades sanitárias (cuja isenção a jornalista francesa põe em dúvida), enquanto isso estiver gerando mais produtividade e um retorno econômico adequado para os homens da terra. Simples assim.
LEONARDO ATTUCH
No mês de dezembro, um furacão francês passou pelo Brasil. A ativista Marie-Monique Robin, premiada em seu país por reportagens investigativas, veio divulgar o lançamento de seu polêmico livro, chamado O Mundo Segundo a Monsanto, que deu origem a um documentário com o mesmo nome. Nele, a jornalista M2R (é assim que ela abrevia sua identidade) denuncia uma espécie de conspiração mundial, promovida pela multinacional norte-americana, para dominar a cadeia global de alimentos através das sementes geneticamente modificadas. Os transgênicos, segundo ela, seriam um dos maiores crimes jamais cometidos contra a humanidade. "Os agricultores brasileiros devem rapidamente abrir seus olhos, porque esses produtos, mais cedo ou mais tarde, serão banidos", disse M2R à DINHEIRO. O maior alvo da escritora francesa é a soja Roundup Ready, desenvolvida pela Monsanto, que é resistente aos herbicidas à base de glifosato, como o Roundup. "Comer transgênicos é o mesmo que dar inseticidas às nossas crianças", diz ela.
PULVERIZAÇÃO COM HERBICIDAS:
autora francesa condena uso de agrotóxicos no campo |
Filha de agricultores, M2R diz ter escolhido o tema em razão de sua ligação com os verdadeiros "homens da terra". Mas há um ponto no seu próprio livro, em que ela narra o fascínio que os agricultores americanos tiveram ao travar o primeiro contato com sementes modificadas. Um desses produtores, John Hofman, de Iowa, lhe disse que a conquista da Monsanto foi avassaladora por uma razão simples: produtividade. Segundo Hofman, depois da primeira aplicação do Roundup, já era possível fazer o plantio direto da soja, o que evita a erosão do solo. "Isso me economiza tempo e dinheiro", disse ele.
Hoje, a maioria das sementes de soja cultivadas nos grandes países produtores, como Estados Unidos, Brasil e Argentina, é geneticamente modificada. Segundo a jornalista francesa, isso é fruto da desinformação. Mas e quanto ao fato de os agricultores decidirem voluntariamente plantar transgênicos? O que os pais de M2R fariam se fossem agricultores no Brasil ou nos EUA?
MARIE-MONIQUE ROBIN: jornalista é filha de agricultores e diz defender os "homens da terra
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Alvo da fúria da jornalista francesa, a multinacional americana decidiu não nomear um porta-voz para responder aos ataques. Divulgou apenas uma nota oficial, criticando um documentário que "visa denegrir a imagem da Monsanto", com acusações que "há muito tempo já foram descartadas por renomados cientistas internacionais". Segundo a empresa, o livro e o documentário seriam apenas uma arma daqueles que visam combater a biotecnologia agrícola e o progresso científico.
Alheios à polêmica, o mais provável é que os agricultores continuem cultivando sementes geneticamente modificadas, devidamente liberadas pelas autoridades sanitárias (cuja isenção a jornalista francesa põe em dúvida), enquanto isso estiver gerando mais produtividade e um retorno econômico adequado para os homens da terra. Simples assim.
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